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17 de outubro de 2011

Cometa Elenin não é mais visto no Céu.

Fonte: Apollo 11

Bem, com essa noticia do site Apollo 11, acredito que não resta duvidas quanto a discução que o mesmo causou em tantos sites de nossa vasta internet.


Primeira imagem ótica não detecta cometa Elenin após periélio


Uma nova imagem, feita a partir de telescópio óptico instalado no Novo México, 
não conseguiu detectar qualquer fragmento do cometa C/2010 X1 Elenin. 
Devido às condições desfavoráveis para o sensoriamento, 
a imagem não pode ser considerada como prova de que o cometa
 realmente se desintegrou completamente.























A nova cena celeste foi feita na madrugada de quinta-feira,
6 de outubro, pelo próprio descobridor do cometa, Leonid Elenin,
que usou o mesmo telescópio robótico que descobriu o
cometa em 2010. Leonid fez uma única exposição de 30 segundos
no quadrante de onde o objeto deveria ser encontrado.
Caso não tivesse desintegrado quando passou pelo periélio
(maior aproximação com o Sol) em setembro de 2011, C/2010 X1
deveria ser um objeto de magnitude 12, facilmente detectável na foto,
mas uma primeira análise da imagem indica que se algum fragmento
 resistiu ao calor da estrela sua magnitude deve ser superior a 15,
menos brilhante que o planeta-anão Plutão, lembrando que quanto
maior a magnitude, menor o brilho de um objeto.
No momento, um dos principais entraves para a observação do cometa
é sua posição. O objeto está muito próximo ao horizonte e a imagem
captada por Leonid já revela os primeiros sinais da interferência do Sol,
impedindo uma observação mais sensível.
À medida que o os dias passam o cometa estará nascendo mais cedo no
quadrante leste e as futuras sessões de imagens sofrerão menos com os
efeitos da alvorada. Ainda assim, a presença da Lua Cheia deverá novamente
interferir nas observações óticas.
Elenin Elenin é um cometa não-períódico que deverá atingir a maior 
aproximação com a Terra em 16 de outubro de 2011. Quando descoberto, 
os pesquisadores estimavam que seu brilho máximo chegasse a 4.5 magnitudes, 
o que permitiria que fosse visto facilmente durante as madrugadas.
 No entanto, imagens feitas por astrônomos amadores antes do cometa 
atingir o periélio, em 10 de setembro, já mostravam um forte enfraquecimento 
no brilho do cometa, o que fez os observadores acreditarem que Elenin não 
resistiria à proximidade com o Sol. Entre os dias 23 e 28 de setembro o cometa 
entrou no campo de visão do coronógrafo Lasco C3, a bordo do telescópio 
espacial Soho, mas nenhum fragmento foi detectado, aumentando as especulações 
sobre a desintegração do cometa ou então que os fragmentos fossem muito 
pequenos para serem registrados.Procurando Elenin Na próxima semana
 o Apolo11 realizará um imageamento da possível área onde se localiza os 
fragmentos. Para isso usaremos um telescópio robótico de 460 milímetros,
localizado em Nerpio, na Espanha. Já estão programadas duas tomadas de cena.
O objetivo é criar uma animação que facilitará a busca por possíveis remanescentes
cometários. Astrônomos do radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico, 
também estudam a possibilidade sondar a zona do cometa através de pulsos de radar, 
talvez a única forma de registrar os possíveis restos do cometa, mas a altura do objeto
no céu ainda não permite que o estudo por radar seja realizado. 


Foto: Imagem feita pelo astrônomo amador Leonid Elenin mostra a
região onde os fragmentos do cometa C/2010 X1 deveriam ser encontrados, 
na noite de 6 de outubro de 2011. A cena foi registrada com 30 segundos 
de exposição através do telescópio robótico instalado no Novo México, EUA. 
Crédito: Leonid Elenin, Apolo11.com.

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